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Praticar esportes é uma ótima maneira de cuidar da saúde, manter o corpo em forma e relaxar a mente. Seja na academia ou em ambientes ao ar livre, a atividade física ganha mais adeptos, principalmente no verão. E para aguentar a maratona, sem descuidar da saúde, é essencial manter a taxa de magnésio no organismo. Não entendeu? A gente te explica!
Especialmente no verão e em períodos de treinamento intenso, é comum a quem se exercita frequentemente apresentar taxas muito baixas de magnésio no organismo, especialmente por conta das perdas elevadas desse mineral pela urina e suor. O resultado são problemas de saúde e a diminuição da qualidade das atividades, já que o magnésio é essencial para a produção de energia. Além disso, ele é responsável pela prevenção do estresse oxidativo no exercício, de forma que a diminuição de seus níveis pode causar um desequilíbrio na formação de radicais livres do atleta.
Para entender melhor esse processo, a nutricionista funcional Ariane Pereira, coordenadora do setor de pesquisa e desenvolvimento da Naturalis Nutrição & Farma, explica sobre as questões que a deficiência do mineral pode trazer aos atletas. “Câimbras musculares, fadiga e até quadros de anemia são comuns na rotina do esportista, prejudicando seu desempenho”, afirma.
Curiosidade
A nutricionista explica que durante o exercício físico, tanto a atividade aeróbica, quanto anaeróbia podem aumentar, respectivamente, 20 e 50 vezes o consumo energético do tecido muscular. Especialmente no exercício aeróbio, o fluxo de oxigênio no músculo aumenta em cerca de 100 vezes e o fluxo sanguíneo em 30 vezes, sendo o magnésio importante para a geração de energia aeróbia e anaeróbia.
As funções do magnésio não param por aí. Esse elemento é o responsável pela regulação dos transportadores de íons, como o cálcio, por exemplo, podendo a sua falta ou o excesso atrapalhar no rendimento físico e na contração dos músculos.
Como obter o mineral
Dentre os alimentos que contém magnésio, têm destaque as castanhas, a soja, peixes, cereais integrais e diversas frutas e hortaliças, como abacate, banana, figo seco, batata com casca, uva passa, algas marinhas, espinafres e couve.
“Vale lembrar que para um bom funcionamento do corpo, é indicado o consumo diário desse mineral em cerca de 300 a 350mg, sem considerar as perdas através de atividades físicas, que são grandes especialmente no caso de atletas, de forma que ele precisam repor sua deficiência por meio de algum suplemento nutricional”, explica a nutricionista.
O mercado dispõe de algumas opções indicadas para repor a falta do componente na alimentação tanto de atletas de alto rendimento, quando daqueles que estão iniciando uma rotina de práticas de exercícios. Converse com o seu médico e peça a orientação necessária para o seu organismo e as atividades do dia a dia.
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